Padrões e rótulos são para produtos, e não para pessoas.

5 de julho de 2014


Era uma manhã comum em uma cidade de meio porte, era bastante cedo, era de se esperar muitos bocejos, e uma correria de alguns atrasadinhos.
Mas percorrendo aquelas ruas foi de se notar, muitos olhares ao rondar, e ao redor daquela garota, ou garoto, independente do sexo, como preferir, aqui usarei uma garota.
Olhares muitas vezes reprovadores.

Uma senhora á encarou, as sobrancelhas se arqueavam por meio de outras pessoas, e muitos outros olhares á seguiam.
E como era essa garota que os olhares á seguiam? Talvez você pense, era alguém considerado famoso, alguém que a sociedade estipulou bonito. Mas não era nada disso, era apenas uma garota que tinha um jeito peculiar. Não usava as roupas consideradas “na moda”, não tinha o corte de cabelo “do momento”, tinha o peso que lhe agradava, não era nem considerada alguém naquele padrão de beleza, mas ela nem se importava com isso, ela estava sorrindo, estava feliz consigo mesmo.

Os olhares á perseguiam, se pudessem á perfurariam, mas aquele sorriso era seu escudo, um escudo imperfurável.
Mas o fato aqui não era o seu sorriso; o escudo, seu modo de mostrar que não estava abalada com aquilo; aquele ato de repudia. Mas sim, de mostrar que ela se aceitava, de todas as maneiras, e que não importava se á sociedade á aceitava ou não; ela não precisava daquilo, ela não era e não queria ser mais uma na multidão.

Ora criticas? Sim, ela as aceitava. Mas mudar? Nunca lhe passou pela cabeça se não fosse por ela que ela devesse mudar. Nunca se deixou influenciar pelo que á sociedade pensava, ela é o que tem que ser, e nunca o que á sociedade quer que ela seja.
A questão é essa.
As vezes deixamos de ser o que queremos, para agradar á sociedade, e isso não nos faz de fato feliz. Afinal á sociedade quer nos ver bem, mas nunca melhor que eles.

E então á pergunta é essa, se não nos faz feliz, por que fazemos isso?
Não existe isso de beleza ideal. Ser feliz é o que realmente importa, porque não existe coisa mais bela que á felicidade.
Nós não somos produtos de fabricas, para termos padrões. Não somos produtos para termos rótulos.

Não aceite o que ditam ser belo, dite você o que é belo para você!

By M. Rodri

Postagem refente á isso no meu blog. "Deixe que digam, que pensem e que falem."
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E caso precisem de algo entrem em contato(diarybffs@gmail.com ou rodrimaisa@gmail.com)

6 comentários:

  1. Em parte concordo com o texto, é muito errado ser taxado como algo que não somos, por outro lado se temos uma certa aparencia, ou determinadas atitudes e gostamos delas e não temos nada contra ser taxados disso ou aquilo essa situação não se torna um problema.

    http://fotografiaecoisinhas.blogspot.com.br/

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  2. Gostei do texto e achei bastante apropriada a imagem utilizada acima. Acho que a moral de tudo é a gente se aceitar!

    Beijos, Vickawaii
    http://finding-neverland.zip.net

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  3. Adorei e concordo com o texto! A gente precisa se aceitar mesmo e não se deixar abalar! Investir no amor-próprio e na autoconfiança é a chave ideal para não se deixar abater!
    Beijos, http://cupcakedegarotas.blogspot.com.br/

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  4. Super concordo! As pessoas hoje são tratadas como objetos, e tem que ser perfeitas, caso contrario são discriminadas e excluídas da sociedade...
    Nossas diferenças nós fazem únicos e perfeitos do nosso jeito... temos que parar de achar que vinhemos com defeitos de fabrica!
    http://in-acreditaveis.blogspot.com.br/

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  5. que texto perfeito *-*
    as vezes deixamos a nossa felicidade em segundo plano para 'satisfazer' a sociedade ou até mesmo por medo do que os outros irão falar.. texto que nos relembra que o importante é estarmos bem com nós mesmos *-*

    www.amoorarosa.blogspot.com.br

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  6. Adoro quando vocês se identificam com o texto.
    Voltem sempre meus amores.
    Beijos.

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